Aos poucos a menina sonhadora vai crescendo, mesmo que não queira. Sem deixar a pureza e a ingenuidade, se torna um turbilhão de emoções, boas e ruins, apaixonantes e odiosas. Pode ser seu maior sonho ou o pior dos pesadelos. Ela se torna mulher e menina ao mesmo tempo. Ora feliz, ora triste. Dividida entre o ser e o estar, entre o hoje e o amanhã, com leves recaídas no ontem. Chora de alegria, ri de tristeza. É assim que vivo e viverei, destemida. Um misto de sensações, sentimentos, atitudes e expressões. Nem melhor nem pior: sou eu, sou menina, sou mulher.